Apenas Jazz!

A série Just Jazz produzida e promovida por Gene Norman foi uma peça singular naquele momento de popularização da linguagem jazzística entre públicos não frequentadores de cafés, bares e boates

Rodrigo Czajka

O corpo e a alma do tenor

Nos tempos da ragtime, do stride ou do boogie-woogie o sax custou a passar por processos de “refinamento” e controle do seu timbre metálico, sobretudo, pelo estudo minucioso das capacidades que o instrumento poderia oferecer ao músico que se dedicasse a ele

Rodrigo Czajka

Entre sambas, bossas e jazz

No que se refere à relação entre bossa nova, o samba e o jazz, mais que supor a influência ou determinação de uma forma sobre outra, há que se considerar a circularidade de referências e informações entre estes padrões composicionais que, por sua vez, implicaram em dinâmicas de produção, mas também de circulação de bens culturais nas décadas de 1950 e 1960

Rodrigo Czajka

A revolução de Charles Mingus

“Você dirá que minha música soa quase clássica. É clássica! Vocês vejam, não se espera que mãos negras toquem música clássica. Mas elas fazem. Nós também fomos à escola. Nós, negros, também estudamos música”

Rodrigo Czajka

Charlie Parker do swing ao bebop

Como nova linguagem que emerge a partir do declínio do swing, o bebop foi fundamental para o desenvolvimento e ampliação dos horizontes formais do jazz. E os “resíduos” da era anterior, em vez de descartados, foram incorporados pela autofagia do experimentalismo

Rodrigo Czajka

Algo mais que fora do tempo

A produção fonográfica era uma parte dentre tantas outras que integravam a cultural musical do jazz, e seu desenvolvimento esteve a todo tempo associado ao consumo, à invenção e repercussão das modas, aos léxicos e mesmo às facilitações no repertório.

Rodrigo Czajka